MISSA DE ABERTURA DO CAPÍTULO GERAL
DOS IRMÃOS DA CONGREGAÇÃO DO SANTÍSSIMO REDENTOR

Igreja do Cristo Sacerdote - 19.07.2023

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, 
COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, 
E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, 
EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS. 

COM NOSSO PAI FUNDADOR, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM SÃO CLEMENTE MARIA, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM SÃO GERALDO MAJELA, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM SÃO JOÃO NEUMANN, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO.

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, 
COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, 
E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, 
EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS.

COM A BEATA CROSTARROSA, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM OS BEATOS REDENTORISTAS, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM SERVOS DE DEUS REDENTORISTAS, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM NOSSOS PADRES E IRMÃOS, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO.

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, 
COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, 
E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, 
EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS.

FORTES NA FÉ E NA ESPERANÇA, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
COM JESUS CRISTO À NOSSA FRENTE, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
FERVOROSOS NA CARIDADE, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO. 
SEMPRE DADOS À ORAÇÃO, 
CAMINHAMOS COM TEU POVO.

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, 
COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, 
E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, 
EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS.

SAUDAÇÃO
 
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.:
 Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL 

Pres.: O Senhor disse: "Quem dentre de vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.

4. Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações;
Pres.: Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass: Amém.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Pai, o Espírito Santo que de vós procede ilumine nossas inteligências para conduzi-las à plenitude da verdade, segundo a promessa do vosso Filho. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
 
PRIMEIRA LEITURA
(Ex 3, 1-6. 9-12)

Apareceu-lhe o anjo do Senhor
numa chama de fogo, do meio de uma sarça.

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do Livro do Êxodo

Leitor: Naqueles dias, Moisés apascentava o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madiã. Levou um dia, o rebanho deserto adentro e chegou ao monte de Deus, o Horeb. Apareceu-lhe o anjo do Senhor numa chama de fogo, do meio de uma sarça. Moisés notou que a sarça estava em chamas, mas não se consumia, e disse consigo: “Vou aproximar-me desta visão extraordinária, para ver porque a sarça não se consome”. O Senhor viu que Moisés se aproximava para observar e chamou-o do meio da sarça dizendo: “Moisés! Moisés!” Ele respondeu: “Aqui estou”. E Deus disse: “Não te aproximes! Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa”. E acrescentou: “Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”. Moisés cobriu o rosto, pois temia olhar para Deus. E agora, o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e vi a opressão que os egípcios fazem pesar sobre eles. Mas vai, eu te envio ao Faraó, para que faças sair do Egito o meu povo, os filhos de Israel”. E Moisés disse a Deus: “Quem sou eu para ir ao Faraó e fazer sair os filhos de Israel do Egito?” Deus lhe disse: “Eu estarei contigo; e este será o sinal de que fui eu que te enviei: quando tiveres tirado do Egito o povo, vós servireis a Deus sobre esta montanha”.

Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 102)

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— SENHOR É INDULGENTE, É FAVORÁVEL.

— BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR, E TODO O MEU SER, SEU SANTO NOME! BENDIZE, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR, NÃO TE ESQUEÇAS DE NENHUM DE SEUS FAVORES! 

— POIS ELE TE PERDOA TODA CULPA, E CURA TODA A TUA ENFERMIDADE; DA SEPULTURA ELE SALVA A TUA VIDA E TE CERCA DE CARINHO E COMPAIXÃO.

— O SENHOR REALIZA OBRAS DE JUSTIÇA E GARANTE O DIREITO AOS OPRIMIDOS; REVELOU OS SEUS CAMINHOS A MOISÉS, E AOS FILHOS DE ISRAEL, SEUS GRANDES FEITOS.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
GRAÇAS TE DOU, Ó PAI, SENHOR DO CÉU E DA TERRA,
POIS REVELASTE OS MISTÉRIOS DO TEU REINO AOS PEQUENINOS,
ESCONDENDO-OS AOS DOUTORES!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 11, 25-27)

Escondeste estas coisas aos sábios e entendidos
e as revelaste aos pequeninos.

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac.: 
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac.: 
Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
 
PRECES DA ASSEMBLÉIA

16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Ó Deus que sois também o divino Espírito Santo, neste momento em que a Congregação do Santíssimo Redentor se prepara para o seu Capítulo Geral, elevamos nossos corações em oração e súplica diante de ti. Clamamos a vossa piedade:
Ass.: Nós te pedimos, ouve-nos, Espírito Santo.

1. Pelos irmãos redentoristas reunidos neste Capítulo, que sejam fortalecidos em sua fé e que recebam discernimento e sabedoria para tomar decisões inspiradas pelo teu Santo Espírito, nós vos pedimos:

2. Pelas necessidades da Igreja e do mundo, para que nós, enviados pela Redenção, sejamos instrumentos da tua misericórdia, nós vos pedimos:

3. Pelos missionários redentoristas espalhados pelo mundo, para que sejam sustentados pela tua graça, e que sejam portadores da Boa Nova do amor redentor de Jesus Cristo, nós vos pedimos:

4. Pelos líderes da Congregação do Santíssimo Redentor, para que eles sejam guiados pela tua vontade, e encontrem força para cumprir sua missão e conduzir seus irmãos com amor, nós vos pedimos:

Pres.: Deus eterno e onipotente, que santificais a Igreja em todo o mundo, ouvi a oração do vosso povo, para que se realizem também em nós as maravilhas do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

CANTO DE OFERTÓRIO
SUSCITAI, Ó SENHOR DEUS,
SUSCITAI VOSSO PODER,
CONFIRMAI ESTE PODER
QUE POR NÓS MANIFESTASTES!

1. CONTEMPLAMOS, Ó SENHOR,
VOSSO CORTEJO QUE DESFILA,
É A ENTRADA DO MEU DEUS,
DO MEU REI, NO SANTUÁRIO.

2. OS CANTORES VÃO À FRENTE,
VÃO ATRÁS OS TOCADORES
E NO MEIO VÃO AS JOVENS
A TOCAR SEUS TAMBORINS.

3. REINOS DA TERRA, CELEBRAI
O NOSSO DEUS, CANTAI-LHE SALMOS!
EIS QUE ELEVA E FAZ OUVIR
A SUA VOZ, VOZ PODEROSA.

4. EM SEU TEMPLO ELE É TERRÍVEL
E A SEU POVO DÁ PODER,
BENDITO SEJA O SENHOR DEUS,
AGORA E SEMPRE! AMÉM, AMÉM!
 
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
 
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
 
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
 
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
 
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
 
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.Considerai, ó Deus, o sacrifício espiritual que trazemos com amor ao vosso altar, e dai a vossos filhos e filhas um espírito reto, para que nossa fé e nossa humildade vos tornem agradáveis os nossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DO ESPÍRITO SANTO II
O Espírito Santo, alma da Igreja

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vós nos concedeis, a cada momento, o que mais nos convém; e conduzis a vossa Igreja por admiráveis e diversos caminhos. Vós não cessais de ajudá-la com a força do Espírito Santo para que, submissa à vossa vontade, jamais deixe de invocar-nos na tribulação nem se esqueça de louvar-vos na alegria, por Cristo, Senhor nosso. Unidos aos anjos e aos santos, aclamamos vossa glória cantando a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO
SENHOR DEUS DO UNIVERSO
O CÉU E A TERRA 
PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
HOSANA NAS ALTURAS! 

BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA NAS ALTURAS!
 
Para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo,  Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
 
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.

104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

106. Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

PresE nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass.: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Paulo, com os bispos do mundo inteiro e todos os ministros do vosso povo.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, e São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass.: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass.: Amém!
 
ORAÇÃO DO SENHOR

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
 
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
 
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
 
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
 
SAUDAÇÃO DA PAZ

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: 
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso, canta-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: 
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
 
COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
 
CANTO DE COMUNHÃO
O Espírito Santo está sobre mim

O ESPÍRITO SANTO ESTÁ SOBRE MIM PORQUE ELE ME UNGIU, 
PORQUE ELE ENVIOU-ME PARA ANUNCIAR O SEU REINO DE AMOR. 
O SENHOR ENVIOU-ME PARA LEVAR A TODOS O SEU EVANGELHO, 
A BOA NOVA DA GRAÇA, DA PAZ, DO PERDÃO E DA LIBERTAÇÃO.

ASSIM ESPERO QUE SEJA COPIOSA, 
QUE SEJA ABUNDANTE 
A GRAÇA DIVINA DA REDENÇÃO!

O ESPÍRITO SANTO MANDOU-ME DIZER, SOBRETUDO AOS POBRES, 
QUE SÃO ELES BEM-VINDOS NA CASA DO PAI, NO SEU REINO DE AMOR. 
O SENHOR ME PEDIU QUE DISSESSE AOS CEGOS QUE ELES VERÃO 
E QUE OS PRESOS SE ALEGREM, QUE VEIO PARA ELES A LIBERTAÇÃO.

ASSIM ESPERO QUE SEJA COPIOSA, 
QUE SEJA ABUNDANTE 
A GRAÇA DIVINA DA REDENÇÃO!

O ESPÍRITO SANTO MANDOU-ME FALAR AOS QUE PEDEM PERDÃO 
QUE SERÃO ATENDIDOS, SERÃO PERDOADOS NO REINO DE AMOR. 
O SENHOR ME PEDIU QUE CONTASSE AO MUNDO QUE O TEMPO CHEGOU, 
O TEMPO DA BÊNÇÃO, O ANO DA GRAÇA, DA LIBERTAÇÃO.

ASSIM ESPERO QUE SEJA COPIOSA, 
QUE SEJA ABUNDANTE 
A GRAÇA DIVINA DA REDENÇÃO!

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.:
 Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Senhor nosso Deus, que nos fortalecestes com o alimento celeste, infundi em nosso coração a suavidade do vosso Espírito, para conservarmos eternamente o dom que hoje recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
 
BENÇÃO SOLENE

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.
 
Em seguida, o sacerdote, com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração:
Pres.: Guardai, ó Deus, o povo que vos implora, dando-lhe a pureza e a formação necessárias, para que, sustentado por vós nesta vida, possa conquistar os bens futuros. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

Pres.: Seja bendito o nome do Senhor.
Ass.: Agora e para sempre.

Pres.: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass.: Que fez o céu e a terra.
 
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
 
143. À despedida, o diácono, ou o próprio sacerdote diz unindo as mãos:
Diác ou Sac.: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.
 
CANTO FINAL

DULCÍSSIMA ESPERANÇA, MEU BELO AMOR, MARIA, 
TU ÉS MINHA ALEGRIA, A MINHA PAZ ÉS TU. 
QUANDO TEU NOME EU CHAMO, EM TI, MARIA, 
EU PENSO, ENTÃO UM GÁUDIO IMENSO ME ROUBA O CORAÇÃO.

SE ALGUM MAU PENSAMENTO VEM PERTURBAR A MENTE 
SE ESVAI APENAS SENTE TEU NOME RESSOAR. 
NOS MARES DESTE MUNDO TU ÉS A ESTRELA AMIGA, 
QUE O BARCO MEU ABRIGA E O PODE ENFIM SALVAR.

DEBAIXO DE TEU MANTO, MINHA SENHORA LINDA, 
VIVER EU QUERO E AINDA ESPERO AQUI MORRER. 
PORQUE A TI AMANDO ESPERA FELIZ SORTE, 
CONTIGO ESTAR NA MORTE É TER SEGURO O CÉU.

ESTENDE-ME OS TEUS BRAÇOS, DE AMOR SEREI CATIVO 
NO MUNDO ENQUANTO VIVO SEREI FIEL A TI. 
MEU CORAÇÃO É PRESA DO TEU AMOR CLEMENTE, 
A DEUS FARÁS PRESENTE DO QUE JÁ NÃO É MEU